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segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Filme feito com celular é exibido na maior tela do mundo


A Nokia continua fazendo barulho em relação ao N8. Depois de criar o menor filme em stop-motion do mundo com o celular, agora eles exibiram um filme para 1.500 suecos na maior tela de cinema do mundo – por meio de sua porta miniHDMI.
Mais especificamente na cidade de Rosengård, na Suécia, uma tela medindo 51m por 28m foi esticada na lateral de um prédio para conseguir projetar o filme Prince of Persia  por meio de 4 projetores XLM HD30. E a exibição foi feita pela porta miniHDMI do potente e corajoso N8.
O recorde anterior de tela de cinema era de 1338 metros quadrados, criada no Pinewood Studios, de Londres, um pouquinho menor do que o novo monstro da Nokia, que tem 1428 metros quadrados. [Nokia Conversations]

Fonte: Gizmodo

domingo, 10 de outubro de 2010

WebP: novo formato de imagens do Google quer matar o JPEG

Logo fictício, não oficial.
Quando a internet se popularizou no Brasil, era comum encontrar conexões sendo feitas com modems de 14K. Por isso, a navegação era complicada em sites com o conteúdo composto por muitas imagens. Hoje, mesmo com velocidades cada vez maiores ao redor do mundo, essa carga ainda é um fator que pesa em servidores e torna a rede um pouco mais lenta.

O JPEG sempre foi uma forma excelente de se diminuir o tamanho de arquivos de imagem sem perder consideravelmente a qualidade de forma visível para os internautas.

Entretanto, a Google fez algumas pesquisas de como é o tráfego na internet e chegou à conclusão de que boa parte dos "travamentos" e "demoras" durante a navegação são ocasionados pelas imagens. E, assim, resolveram lançar sua solução: o WebP.

O que é WebP?

Desenvolvido totalmente com base nas pesquisas realizadas com relação à navegação, a empresa criou seu próprio formato de imagens comprimidas, chamado WebP. Ele usa um método de compressão "leve" — ou seja, que mantém o máximo de qualidade visível.

O WebP consiste nos dados VP8 (originalmente, um codec de vídeo de código aberto) e em um container baseado em RIFF (blocos para armazenamento de metadados). Assim, em resumo, a intenção do novo formato de compressão é a criação de imagens melhores, com tamanhos menores.

O funcionamento é muito semelhante ao JPEG, pois você escolhe entre o tamanho do arquivo e o visual final. A diferença é que ele promete 39% mais compressão do que os outros formatos padrão para a internet, mantendo praticamente a mesma qualidade.

As vantagens e desvantagens do formato

Fonte: Divulgação / Google

Como dito acima, a grande vantagem do WebP é o fato de ser uma maneira de comprimir as imagens ainda mais do que antes e, mesmo assim, manter uma qualidade muito boa. O lançamento é totalmente em código aberto, para que todos os que quiserem contribuir consigam fazê-lo com facilidade.

Comparação entre duas imagens.

O grande problema é que, por se tratar de um formato totalmente novo, o suporte a ele ainda não existe — nem por parte da Google. Sendo assim, será preciso criar alguma forma de compatibilidade para os navegadores, já que uma versão mais antiga de um browser (seja o Google Chrome, Firefox, Opera ou qualquer outro) não conseguirá visualizar nada que esteja em WebP.

Atualmente, a demora em realizar a conversão de um arquivo com WebP é oito vezes maior do que de um JPEG — sendo um dos maiores "problemas" dele. O tamanho máximo suportado pelo WebP da Google é de 16383 x 16383 pixels de altura e largura, o que já garante um uso relativamente "normal" para as páginas web que temos hoje. Entretanto, aprimoramentos no uso do novo formato devem aparecer nos próximos meses.


Quando começaremos a usar?


O formato já pode ser usado a qualquer momento, por qualquer um. No site oficial do WebP, no Google Code, é possível fazer o download da versão para sistemas Linux, que consiste no uso de linhas de código para comprimir e descomprimir as imagens.

Os navegadores precisarão se adaptar.

Em breve, devem ser lançadas versões para o Windows também. Por se tratar de uma novidade, é difícil dizer quando e se o WebP se tornará algo comum na internet. As próximas versões do Google Chrome devem trazer compatibilidade para a novidade, mas resta aguardar para saber qual vai ser a posição dos outros aplicativos.

. . . . .

O que você acha, caro leitor? Será que o novo formato da Google vai desbancar o JPEG nas páginas da internet? Deixe sua opinião.

Fonte: Baixaki

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Diferenças entre PNG, GIF, JPEG

Antes de iniciar todos devem saber que todos os 3 são formato de compressão, com perda de dados, aplicado em imagens, interpretáveis por todos navegadores modernos(IE 6 não exibe o canal alpha do PNG), de acordo com o tipo de compressão a imagem pode conter transparência, mais ou menos cores, aceitar canal alpha, e claro, quanto maior o suporte a essas variáveis e a qualidade com que salvamos, maior será o arquivo.
São esses arquivos compactados que permitem reduzir o tamanho de uma imagem de 2mb para 50k e a evolução da web ao que é hoje, imaginem esperar carregar um bmp de 2mb antes de abrir um site, e se este site tivesse mais de uma imagem?


Mas afinal o que significam as palavras JPG, GIF e PNG? São siglas, que significam:

* PNG: Portable Network Graphics;
* JPEG: Joint Photographic Experts Group;
* GIF: Graphics Interchange Format.

Falando então um pouco sobre cada um:

JPEG

Desenvolvido por Eric Hamilton, engenheiro da C-Cube Microsystems, este formato suporte trabalhar com esquema de cores de até 24 bits, ou seja, 16,8 milhões de cores.
O JPEG aceita diferentes níveis de compressão, quanto maior a compressão menor a fidelidade com a imagem original, ou seja, perde-se em qualidade, porém o arquivo resultante é substancialmente menor, cabe ao “Fazedor de Site” definir qual a qualidade adequada ao seu site, eu aconselharia no photoshop definirem a qualidade entre 60 a 90.
Lembrem-se, que uma desvantagem do JPEG é que a imagem normalmente perde qualidade a cada vez que o arquivo é salvo.

Os arquivos em JPEG aceitam as extensões .jpeg , .jfif , .jpe e .jpg, para internet é normalmente utilizada a extensão .jpg.
E por fim, este formato não possui suporte a transparência.

GIF
Foi criado pela empresa CompuServe, em 1987, suporta um máximo de 256 cores, das 3 deste comparativo é a que possui menor qualidade.
O GIF utiliza um formato de compressão que não altera a qualidade da imagem a cada salvamento, como ocorre com o JPEG, e por ter uma qualidade inferior, os arquivos GIF normalmente possuem tamanho bastante reduzido, o que estimulou muito seu utilizo na internet.

Outro fator que contribuiu para popularização do GIF é a possibilidade deste de criar pequenas animações.
O GIF apesar do suporte a transparência não suporta transparência em níveis diferentes, os chamados canais alpha.

PNG
Criado em 1996 motivado pela possível cobrança de royalties por parte da Unisys detentora dos direitos do formato GIF.
O PNG tinha como objetivo ser um GIF melhorado e de fato é, pois como o JPEG possui suporte a 24bits ou 16,8 milhões de cores, porém com um algoritmo de compressão mais eficiente, e que não proporciona perda de qualidade a cada vez que é salvo o arquivo.
Ainda, o PNG como o GIF possui suporte a transparência, mais ainda, em diversos níveis, com suporte ao canal alpha e ainda a entrelaçamento.

Devidamente apresentados os formatos você deve estar se perguntando, o PNG com todas essas qualidade, existe desde 1996, como ainda não dominou o mundo?

Reposta simples.

Internet Explorer.

O bendito browser da Microsoft não trabalha corretamente com PNG, como sempre foi o navegador mais utilizado, isso evitou a popularização do PNG. Existem códigos que simulam o canal alpha que o IE6 não consegue interpretar no PNG, porém nenhum garante o resultado 100% e muitos são complicados de implementar. Alem de imagens com fundo transparente que ele não reconhece e adiciona um fundo a elas(Veja como resolver isso aqui).

O Internet Explorer a partir da versão 7 oferece suporte ao PNG corretamente, porém, até que o mesmo substitua devidamente o seu antecessor, ou outro navegador o faça, como Firefox por exemplo, devemos nos contentar com a perda de qualidade do GIF para transparência, ou com códigos que tentem quebrar a deficiência deste navegador.

O JPEG é um formato interessante e bastante recomendado para exibir fotografias, por permitir controlar melhor a qualidade final desejada, mas pouco indicado para composição de layouts por não ter suporte a transparência .

GIF em um futuro, que espero que seja próximo, deve se aposentar, visto que atualmente mesmo as animaçõezinhas que o mesmo faz, são feitas de forma mais eficiente no Flash.

Fonte: fazedordesites